Grêmio é penta da Copa do Brasil

Por SÍNDICO | Em 7 de dezembro de 2016

Em Porto Alegre, Grêmio 1×1 AtléticoMG, Grêmio, pentacampeão da Copa do Brasil. Gols dos equatorianos Bolaños e Cazares no finalizim. Frangas deram piti no ocaso da partida. Torcida tricolor homenageou a Chape.

Mano descobre outro falso nove

Por SÍNDICO | Em 7 de dezembro de 2016

MANO MENEZES descobriu outro falso nove. Eis os times do treino desta quarta, na Toca II: 

  • TITULARES: Rafael — Ezequiel, Leo, Manoel, Edimar — Henrique, Cabral — Arrascaeta, Robinho, Alisson — Sobis.
  • RESERVAS: Lucas França — Mayke, Fabruno, Brodrigo, Bryan — Gino, Romero — Alex, Rafinha, Elber — Willian.
  • ENCOSTADOS (treinaram à parte, em campo auxiliar): Elisson, Lucão, Lucas, Lucas Ventura, Bramires, Nazário, Marcovinícius e Ábila.

Satisfeito, caro leitor?

Um cara de sorte

Por SÍNDICO | Em 7 de dezembro de 2016

Logo após a saída do diretor de futebol Dimas Fonseca, o Cruzeiro contratou um beque, com salário de R$250 mil, por 5 anos. Ao fim do vínculo, o clube terá torrado R$16,250 Mi com o sortudo. Sem contar os direitos trabalhistas. Esse craque disputou 11 partidas e marcou 2 gols com a azul-estrelada, antes de iniciar seu périplo por clubes da série B.

Raul, campeão brasileiro de 1966

Por SÍNDICO | Em 7 de dezembro de 2016

RAUL GUILHERME PLASSMANN nasceu em Antonia, no Paraná. Começou nos juvenis do atlético Paranaense. Pensando em arranhar dinheiro pra comprar um carro, mudou-se pro São Paulo. Em 1966 chegou ao cruzeiro. Os goleiros da época tinham 1m70. não havia camisa pra seu 1m87. Ele pegou uma emprestada do lateral Neco. Amarela. Chocou. Mas saiu-se tão bem, que virou titular. e fez história. 

  • O 1º tempo terminou 5×0 pra nós. Fiquei meio atordoado. Estava jogando contra meus ídolos. Eu nunca tinha visto o Pelé, só tinha ouvido falar. Eu não estava nervoso, estava ansioso pro jogo começar pra ver os caras de perto. De repente, 5×0. Desci pro túnel e perguntei ao Dirceu Lopes quanto estava o jogo. Depois ainda voltei pra conferir no placar. Pensei que os caras do Santos deveriam estar muito brabos com a gente. Era muita ingenuidade.
  • Na partida de volta, emoção semelhante. O Cruzeiro venceu por 3×2, em São Paulo. Mais uma vez, surpreendeu aos que esperavam vitória do Santos e um terceiro jogo, em campo neutro.
  • No segundo jogo, tinha uma coisa no ar, um negócio estranho. Ninguém me falou nada, mas eu senti que todos pensavam que a goleada tinha sido uma aberração, que se a gente jogasse mais 10 vezes, o Santos ia ganhar as 10. Nosso time era desconhecido. No jogo de São Paulo, quando perdíamos por 2×0 mas completamos o massacre começado no Mineirão e viramos pra 3×2. E olha que o Tostão ainda perdeu um pênalti. Foi uma demonstração de força. Virar sobre o melhor time do mundo, dentro da casa deles. O Cruzeiro tinha chegado. Uma semana depois vi a manchete de uma revista: “Os mineiros no poder”. Pra mim, aquilo era melhor que apenas “O Cruzeiro no poder. Porque o Cruzeiro não fez aquilo só por ele. Fez por Minas. Por isso é que foi grandioso.
  • No intervalo do segundo jogo, vi uns dirigentes querendo marcar o terceiro. Estava 2×0 pra eles e os dirigentes paulistas queriam marcar o terceiro jogo. Pedro Paulo, nosso lateral, colocou todo mundo pra correr do vestiário. Aí voltamos pro segundo tempo, viramos pra 3×2.
  • Zito deu umas pancadas no Natal, que revidou no final do jogo. Zito correu pra cima do Natal, que se escondeu atrás do Pedro Paulo, o jogador mais forte do nosso time. Então, o Natal chamou o Zito, e o Zito correu, é claro.
  • Todo mundo queria saber quem era Tostão, quem era Dirceu Lopes. Passou a ter mais gente nos treinos, vinha gente do Rio, de São Paulo ver os jogos. A frequência de jornalistas começou a aumentar. Piazza e Tostão começaram a ser convocados pra Seleção. Era Minas botando a cara pra fora. A importância foi monumental. Nós éramos, e ainda somos, um grupo muito simples. Em momento nenhum isso mudou. Nós somos o Raul, o Procópio, o William, o Piazza. Somos apenas nós e isso nunca vai mudar.
  • Mais de 100 mil pessoas pagavam pra ver a gente. Era fantástico. De vez em quando, me incomodavam, mas o meu time incomodava muito mais. Ganhei poucos troféus como melhor goleiro do ano. A bola estava do outro lado sempre, e eu aparecia pouco. Via de perto Natal, Evaldo, Tostão, Dirceu Lopes, e alguns adversários ilustres, como na conquista da Taça Brasil de 1966, Pelé, Zito, Edu, Pepe e Gilmar. Me sinto privilegiado porque vi tudo mais perto que qualquer outro ser humano.
  • Muita gente me pergunta se foi o maior time do Cruzeiro de todos os tempos. Claro que foi! E isso não é menosprezo nenhum aos outros times. O Cruzeiro já teve outros grandes times, que ganharam vários títulos importantes. Um monte. O Cruzeiro é uma grandeza, mas aquele é o maior time da história, e isso não é demérito para os outros. Alguém tinha que fazer o trabalho, e nós fizemos. (Depoimento ao Superesportes)

A um ponto do continente

Por SÍNDICO | Em 6 de dezembro de 2016

Deu no SUPERESPORTES:

A conta para o Cruzeiro se qualificar à Sul-Americana é simples: basta um empate com o Corinthians no próximo domingo. Com isso, o time chegaria a 49 pontos e não poderia ser ultrapassado pelo 15º Vitória, que só pode somar 48, e pelo 14º Coritiba, que poderia atingir 49 pontos, mas levaria desvantagem no número de vitórias. O clube celeste só fica fora do torneio se perder pro Corinthians e Coritiba a Vitória vencerem Ponte Preta e Palmeiras, respectivamente.

Fica esperto, Mano!

Moreno pode estar na baciada

Por SÍNDICO | Em 6 de dezembro de 2016

MARCELO MORENO recebeu proposta do Cruzeiro. Baciada em curso? E fica a dúvida: Mano desistiu do falso nove ou o boliviano desistiu de ser centroavante?

Pequetito na pista

Por SÍNDICO | Em 5 de dezembro de 2016

OSVALDO REIS, o Pequetito, narrador esportivo, foi demitido do sistema Globo de Rádio. Dias atrás, o repórter Bruno Laurence já havia sido desligado do SporTV. O que está acontecendo na Rede Globo?

Isso dá pra fazer?

Por SÍNDICO | Em 5 de dezembro de 2016

JR GALVÃO não quer saber de chororô por conta do calendário:

  • Este ano, o Nacional de Medellin disputou tudo nas cabeças, conquistando Libertadores e Copa da Colombia E ainda chegou à final da Sulamerican, está na semifinal do Colombiano e vai disputar o Mundial. Tudo isto sem o técnico Reinaldo Rueda se queixar do calendário. Ele entrou em todas as competições pra ganhar. Deveria servir de exemplo, já que por aqui é uma choradeira só. Se o time disputa dois títulos, parece ser impossível tentar ganhar ambos. Mais um belo exemplo dos colombianos, em quem os brasileiros deveriam mirar neste momento.

Sua opinião, por favor, caro leitor!

Um sobrevivente falou

Por SÍNDICO | Em 4 de dezembro de 2016

ERWIN TUMIRI, técnico aeronáutico, sobrevivente da queda do avião da Lamia, contou ao Fantástico:

  • Avisaram que iríamos pousar, pouso normal. Eu não disse nada à imprensa sobre ter cumprido os protocolos pra situação de risco. Ninguém percebeu que ia cair. Estavam todos prontos pra pousar normalmente. Em nenhum momento, fiquei na posição fetal. A preparação era pra pouso normal.
  • O técnico Caio Júnior estava me ensinando a falar português. Quando disseram “afivelem os cintos, vamos pousar”, todos voltaram a suas poltronas. As luzes se apagaram e começou a vibrar. Pensei que era do pouso, mas não foi. S;o ouvi o barulho, não me lembro de mais nada. Depois me levantei do chão.
  • Foi como num pesadelo, eu nem acreditava. Acordei e pensei: “O que aconteceu aqui?”. O que fiz foi pegar minha lanterna, iluminar e gritar por socorro. Comecei a piscar a lanterna pra que me vissem. Ximena estava a cinco metros de mim, eu estava com o rosto no chão e levantei assustado. Levantei e corri em direção a ela. Ela estava presa e gritando. Quando me viu foi se acalmando e eu disse: “Vamos embora”. Estava no mato, tudo escuro, pensei em ir em direção ao aeroporto. Vi muitos corpos espalhados, mas não tinha o que fazer. Não via sinais de vida e, além disso, me preocupava se o avião fosse explodir e se desmanchar. Por isso, fui me afastando com Ximena.
  • Nós, técnicos, fazemos o pré-voo. Temos uma lista de checagem de tudo que é preciso fazer no avião. A Lamia tem seu gerente, seu pessoal, é outra coisa. Eu faço meu trabalho. Sei tudo o que me ensinaram sobre o avião. Fiz o relatório informando que íamos até Cobija. Na decolagem, voltei a perguntar sobre a escala e o piloto disse: “Não, vamos pra Medellín”.
  • Cálculo de autonomia e carga quem faz é o despachante de voo. É responsabilidade da Lamia. Eles sabiam o peso e o combustível correspondente. Eles me diziam qual era o combustível necessário pra abastecer. Supus que sabiam o que faziam. Acho que pode não ter sido uma boa ideia do piloto ou da pessoa responsável na Lamia ter tomado essa decisão.
  • Poderia me fazer ouvir pelo piloto: “É assim que tem ser e vai ser assim”. Essas decisões não deferiam ser tomadas de maneira tão individual, Deveriam nos comunicar pra onde vamos, o que vamos fazer. A tripulação teria que saber. Eu diria que faltou um pouco mais de liderança ao piloto pra se por de acordo com toda a tripulação.
  • Vou continuar com meu trabalho, continuar me preparando pra não deixar de voar. Quero terminar meu curso de pilotagem, quero ser piloto comercial.
  • Um dia quero ir a Chapecó, conhecer a cidade. Às vezes, sinto como se tivesse sido salvo por eles. Como se eles tivessem dado sua vida pela minha. Por isso, quero conhecer essa cidade.

Onde vc estava?

Por SÍNDICO | Em 4 de dezembro de 2016

Quem pode esquecer?

  • CRUZEIRO 6×1 ATLÉTICO-MG, 04dez11dom17h, tempo bom, Arena do Jacaré (20 mil), Sete Lagoas, 38ª rodada, Brasileiro 2011. Transmissão: Globo e PFC. Público: 18.500 pag, 18.850 pres. R$258.564,50. Arbitragem: Marcelo Lima Henriques (Fifa/RJ), Carlos Berkenbrock (Fifa/SC), Júlio César Rodrigues Santos (Cbf/RS). Amarelos: Roger, Guerreiro, Wellington, Pierre, Richarlyson. Vermelhos: Wellington, Werley, 78. Gols: Roger, 9, Guerreiro, 28, Anselmo, 33, Fabrício, 45, Wellington, 56, Rever, 60, Everton, 90. CRUZEIRO: Rafael Monteiro, Leo Simões, Naldo, Victorino, Diego Renan; Fabrício, Leandro Guerreiro, Charles (Farias); Roger Galera (Ortigoza); Anselmo Ramon (Francisco Everton), Wellington Paulista. T: Vagner Mancini. FRANGA: Renan Ribeiro; Serginho (Magno Alves), Leonardo Silva (Werley), Réver, Richarlyson; Pierre, Fillipe Soutto, Carlos César; Daniel Carvalho; Bernard, André Bebezão. T: Cuca.