26ª BR18: Cruzeiro vai marcar gol?

Por SÍNDICO | Em 24 de setembro de 2018

Fábio fez milagres pra garantir os três pontos

Por SÍNDICO | Em 24 de setembro de 2018

ATUAÇÕES dos protagonistas do CRUZEIRO 2-1 SANTOS, Mineirão, Belo Horizonte, 23set18dom19h, 26ª Brasileiro 2018:

TORCIDA CELESTE faltou ao compromisso. Menos de dez mil, entre pagantes e caronas, se animaram a comparecer. Máfia Azul e Pavilhão sequer expuseram suas faixas, poia estão suspensas até dezembro por terem brigado entre si. Os fanáticos de sempre apoiaram o time e comemoraram cada defesaça do Fábio, como se comemora um gol.

FÁBIO fez quatro defesas salvadoras e não errou nenhuma vez.

EDÍLSON defendeu bem e participou dos lances dos dois gols.

MANOEL jogou bem, enfrentando um ataque rápido e hábil. Na etapa final, com o meio de campo mais aberto, teve que se virar para evitar ainda mais situações criticas do que as que obrigaram Fábio a fazer grandes defesas.

MURILO enfrentou um ataque perigoso, mas não comprometeu quando exigido. Machucou o ombro e saiu aos 51.

LEO venceu todas as disputas, fez boa cobertura na esquerda e rebateu o que foi possível.

EGÍDIO marcou bem e fez bons cruzamentos, quando foi ao ataque.

EDERSON, discreto, limitou-se a marcar e deu bobeira no gol do Peixe ao não sair a tempo de colocar o atacante em impedimento. Saiu o intervalo.

CABRAL, razoável na marcação, bom no passe, sempre jogando futebol, desta vez, sem carrinhos.

BRUNO, pouca técnica, muita disposição e disciplina tática. Bom jogo.

ROBINHO mudou a qualidade do time, armando boas jogadas. Foi o maior responsável pela queda do time santista, que não conseguiu marcá-lo.

SOBIS correu, marcou, mas não criou, nem arrematou com perigo. Saiu no intervalo.

DAVID, pela primeira vez, jogou os 90 minutos. Perdeu uma chance clara de marcar, porque teve pela frente um ótimo goleiro, que exige recursos extraordinários do finalizador, algo que o atacante capixaba ainda não revelou.

SASSÁ subiu nas costas do beque e fez o gol de empate. Daí em diante, foi mais entusiasmo do que bola.

MANO percebeu as dificuldades de seu time na etapa inicial e fez mudanças drásticas no intervalo. Com três atacantes, virou o jogo, embora sua defesa tenha ficado mais frágil. Depois do jogo, teve uma coletiva sossegada, sem ter que criar teses mirabolantes para explicar um resultado ruim.

CRUZEIRO foi pouco objetivo na etapa inicial, melhorou bastante na etapa final, com as entradas de Robinho e Sassá. O custo foi a defesa desprotegida, o que obrigou Fábio a segurar a onda e garantir a vitória.

SANTOS tem um ótimo goleiro e os melhores atacantes do campeonato. Falta, contudo, um articulador no meio, que é basicamente marcador. Jogou bola suficiente para vencer, mas parou no goleiro celeste. Vanderlei, Gabigol, Rodrygo e Bruno Henrique, como sempre, foram seus destaques.

ÁRBITROS deixaram de marcar falta de Sassá em Luiz Felipe no primeiro gol do Cruzeiro. Seguiram a moda do tal de “disputa de espaço”, que libera as cargas pelas costas. Algo provibido pelo livro de regras. Foi o único erro.

MelhorDoJogo => FÁBIO [[[32]]] Lance, Evandro, Chiabi, Clemenceau, Velloso, Setelagoas, João, Barros, Galvão, Marcoalex, Olivieri, Magalhães, Walterson, Macaco, Freitas, Bastos, Vasconcelos, Viana, Celeste, Amaral, Dulce, Vilela, Morato, Klauss, Rezende, Rocha, Wallace, Barreto, Pinheiro, Chaves, Patrícia, Lulu, Dudu —– EDÍLSON [[[3]]] Nanayoski, Anchieta, Gil —– ROBINHO [[[2]]] Uol, Síndico —– RANIEL [[[2]]] Velame, Bitencourt —– EGÍDIO [[[1]]] Barnabé —– CABRAL [[[1]]] Rosan —– SASSÁ [[[1]]] Ianni —– MANO [[[1]]] Talentim.

Cruzeiro 2×1 Santos: enfim, gols!

Por SÍNDICO | Em 23 de setembro de 2018

CRUZEIRO contra Santos, neste 23set18dom19h, no Mineirão, Belo Horizonte, 26ª rodada, Brasileiro 2018.

RANKING: Cruzeiro é o 1º, com 15.288 pontos; Santos, o 9º, com 14.884.

CLASSIFICAÇÃO: Cruzeiro é o 7ª, com 34 pontos; Santos o 9º, com 32.

CRUZEIRO: Fábio — Edilson, Manoel, Murilo, Egídio — Ederson, Cabral — Bruno, Sobis, David — Raniel. T: Mano Menezes.

BANCO: Rafael, Ezequiel, Leo, Hermes, Brey, Henrique, Lucas, Rafinha, Robinho, Mancuello, Barcos, Sassá.

AUSENTES: Arrascaeta (lesionado), Fred (transição), Dedé (poupado).

PENDURADOS: Egídio, Romero, Sobis, Neves.

ARBITRAGEM de Cruzeiro x Santos: Braulio Silva Machado, Helton Nunes. Neuza Inês Back (SC).

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Robson, Dodô; Alison, Pituca, Sánchez; Rodrygo, Gabigol, Bruno Henrique. T: Cuca.

BANCO: Vladimir G, Daniel Guedes L, Yuri B,  Renato V, Guilherme Nunes V, Jean Mota M, Bryan Ruiz M, Arthur Gomes A, Copete A, Kaio Jorge A, Sasha A.

AUSENTES: Gustavo Henrique, Derlis González (suspensos), Veríssimo (lesionado).

PENDURADOS: Luiz Felipe, Lucas Veríssimo, Leo Cittadini, Gabigol, Alison, Robson Bambu.

TRANSMISSÃO de Cruzeiro x Santos: Sportv, menos MG, Premiere e Premiere Internacional, com narração de Rogério Corrêa e comentários de Ricardinho.

TEMPO limpo, temperatura 27º, vento 11 Km/h, umidade 50%.

CRUZEIRO 2×1 SANTOS, 23set18dom19h. TEMPO limpo, temperatura 27º, vento 10 Km/h, umidade 50%. LOCAL: Mineirão (62 mil), Belo Horizonte. MOTIVO: 26ª rodada, Brasileiro 2018. TRANSMISSÃO: Sportv e Premiere. PÚBLICO: 5.583 pagantes, 9.029 presentes, R$78.180, média R$14. ARBITRAGEM: Bráulio Machado, Helton Nunes, Neuza Back (SC). AMARELOS: Murilo, Egídio, Ferraz, Dodô. GOLS: Gabigol, 15, Sassá, 46, Raniel, 82. CRUZEIRO: Fábio, Edilson, Manoel, Murilo (Leo, 51), Egídio, Ederson (Robinho, 46), Cabral; Bruno, Sobis (Sassá, 46), David; Raniel. T: Mano Menezes. SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Robson, Dodô; Alison (Yuri, 70), Pituca, Sánchez (Ruiz, 84); Rodrygo, Bruno Henrique (Copete, 84), Gabigol. T: Cuca.

HISTÓRICO: 80 jogos. Cruzeiro venceu 29, empatou 22, perdeu 29; marcou 116 gols e levou 128. Pelo Brasileiro, foram 61 partidas. Cruzeiro venceu 22, empatou 18, perdeu 21; marcou 82 gols e sofreu 87. Nas duas vezes em que decidiram um título brasileiro, o Cruzeiro levou a melhor. Em 1966, venceu por 6×2 no Mineirão e 3×2 no Pacaembu. Em 2003, colocou 13 pontos de frente sobre seu rival após vencer pro 3×0, no Mineirão, em uma espécie de final antecipada do primeiro Brasileiro de pontos corridos.

DESEMPENHO do Cruzeiro na história do Brasileiro: 57 participações em 62 campeonatos, 1.392 jogos, 603 vitórias, 375 empates, 414 derrotas, 2.027 gols marcados, 1.569 sofridos. Aproveitamento de 52,3%.

Souza: “Que garfada!”

Por SÍNDICO | Em 21 de setembro de 2018

PITACOS acerca do BOCA JUNIORS 2-0 CRUZEIRO, Bombonera, Buenos Aires, 19set18qua21h45, ida das quartas da Libertadores 2018:

MANO MENEZES: Faltou-nos profundidade no 1º tempo. Numa jogada de área, a bola sobrou pro Perez, que fez uma assistência bem feita, e sofremos o gol. Logo depois, com o ambiente favorável ao adversário, cometemos dois ou três erros em sequência e perdemos um pouco do controle. Foi nosso pior momento. No 2º tempo, fiz a inversão, pus Rafinha pela direita e Robinho por dentro, o time melhorou. Perdemos uma chance com o Rafinha, quando a bola esteve pra entrar. Mas pelo nosso 2º tempo, podemos fazer o resultado lá, traduzir o domínio em gols, criar chances pra tentar os gols de que precisamos. Depois da expulsão, recompusemos com os jogadores que estavam em campo pra ver como o jogo ia se encaminhar. Sofremos o gol, que não foi por falta de um zagueiro, mas por um erro feio, uma bola que não se cabeceia pra dentro. Mas lá dentro talvez você avalie diferente. Segurei uma alteração um pouco, sem saber quem poderia ir até o final. Optei por tirar o Rafinha, deixar o Robinho, era um ou outro. São decisões que se toma lá dentro.

FERNANDÃO ÁVILA: O Boca teve uma chance no 1º tempo, a do gol. Se Rafinha tivesse a qualidade que o Zárate teve pra finalizar a jogada, ou clarividência que Pérez teve pra passar a bola, poderíamos ter empatado aos 47. Depois do gol perdido, o jogo caminhava pra um 1×0 definitivo. Mas aconteceu a expulsão. Ao contrário da maioria, acho que o Mano acertou ao não recompor imediatamente. Não se queima a regra 3 num jogo desse tão cedo. Ficar com dois a menos por conta de uma lesão poderia piorar o quadro de pressão suportável do mandante. Edílson, porém, cometeu uma pixotada indesculpável pra um jogador experiente. Lamentável levar o 2º gol dessa forma. Agora, é preciso reconhecer que o Cruzeiro não fez um grande jogo. Suas referências técnicas, à exceção de Dedé, estiveram mal tecnicamente e a derrota por dois gols poderia acontecer, mesmo sem a expulsão. Mas o fato é que houve a expulsão. Houve a injustiça e aí há um fato pra nos inspirar: a raiva. Ela pode ser canalizada pra uma revanche. A injustiça pode nos guiar à próxima fase, o tal certo por linhas tortas. Afinal, um 2×0 inapelável, sem um fato dessa importância, seria mais difícil de reverter.

MATHEUS CHAVES: Roubo à parte, o time celeste se mostrou desatento, cometendo erros não forçados e não aproveitando as falhas do Boca. Edilson, Egídio e Rafinha foram os piores. Mano demorou um tempo inteiro pra corrigir posicionamento do Rafinha e errou ao demorar na recomposição após a expulsão do Dedé. Era pra ter feito uma troca defensiva na hora. Se queria deixar o Henrique de beque, tinha então que ter colocado mais um volante.

BRUNO BARROS: Se Andrada não sai, Dedé provavelmente faria o gol. Ele foi pra cabecear a bola e só não conseguiu porque o goleiro saiu muito bem. O choque foi casual. Não há como ter outra interpretação do lance. Não foi um erro do juiz, foi roubo mesmo. Casinha armada, formação de quadrilha.

EDUARDO BOHRER: A expulsão foi um escândalo. Arnaldo, que costuma ser comedido e moderado nos seus comentários, classificou como um crime. Galvão chamou a atenção pra um fato importante: os jogadores do Boca nem haviam reclamado. Uma vergonha. 

LEONARDO MATARELLI: Time frouxo! Era caso pra abandonar o campo e os caras quase nem reclamaram. Bando de cordeirinhos. Bananas!

FÁBIO SCHRIER: O time celeste jogou bem. Tirando Edílson, os demais foram bem. Houve infelicidade nos lances capitais  teve a expulsão absurda. Henrique foi o melhor.

SOUZA: Que garfada! Até que o Cruzeiro jogava bem no 2º tempo, mas aí o juiz detonou o jogo.

KLAUSS MOURÃO: Dedé foi o melhor. O ridículo fica por conta do Edilson e a nulidade por conta do Barcos,. Jogamos com nove!

NFL, semana 3: nesta quinta, tem jogo parelho

Por SÍNDICO | Em 20 de setembro de 2018

Browns 21×17 Jets

Falcons x Saints

Ravens x Broncos

Panthers x Bengals

Texans x Giants

Jarguars x Titans

Chiefs x 49ers

Dolphins x Raiders

Vikings x Bills

Eagles x Colts

Redskins x Packers

Rams x Chargers

Cardinals x Bears

Seahawks x Cowboys

Lions x Patriots

Buccaneers x Steelers

Dedé, nos ombros da galera!

Por SÍNDICO | Em 20 de setembro de 2018

ATUAÇÕES dos protagonistas do BOCA JUNIORS 2-0 CRUZEIRO, Bombonera, Buenos Aires, 19set18qua21h45, ida das quartas da Libertadores 2018:

TORCIDA CELESTE não lotou o espaço a ela reservado, mas apoiou o time. O que pouco significou na prática, diante do volume da cantoria xeneize.

FÁBIO não teve como evitados gols, deu sorte de uma bola acertar o poste e defendeu as demais que chegaram a seu arco.

EDÍLSON contou coma inestimável ajuda de Dedé para cercar Pavón, errou a rebatida que deu origem ao segundo gol. Afora isto, fez boa partida, buscando o ataque e chutando uma bola perigosa a gol.

DEDÉ fazia uma partida quase perfeito –só havia perdido uma disputa pelo alto, cara Benedetto– até ser expulso injustamente. Foi impressionante sua capacidade de vencer os duelos contra o arisco Pavón, fazendo a cobertura pela direita.

LEO jogou coma segurança de sempre. Um dos poucos jogadores do Cruzeiro em quem se pode confiar.

EGÍDIO não foi ofensivo como em outros jogos. Nem podia, posto que o Boca tem ponteiros de grande qualidade. Fez o que era possível na contenção.

HENRIQUE foi um dos três melhores do time. Marcou, ocupou espaços, saiu jogando com qualidade e atacou, quando foi possível. Jogou com simplicidade e inteligência contra um meio de campo de enorme qualidade. que se dá ao luxo de manter o talentoso Gago no banco.

LUCAS não esteve inspirado contra um tripé de volantes poderoso. Marcou razoavelmente, mas não foi efetivo na criação e no apoio aos atacantes.

ROBINHO começou bem, com bons passes e tabelas, teve seu melhor momento no começo da etapa final com belo passe que quase virou gol de Rafinha. Depois, perdeu força e terminou o jogo apagado.

NEVES fez um bom primeiro tempo, tentando jogadas com os companheiros. Teve uma chance de marcar gol, mas não arrematou bem. No fim, cansou e saiu sentindo dores na perna esquerda.

RAFINHA fez um primeiro tempo ruim que dói na esquerda. Mudou de lado e quase fez o gol de empate no segundo tempo. Daí em diante, contribuiu com correria e marcação.

BARCOS não passou nem perto de incomodar a bequeira xeneize. Quando muito, cavou faltas, que o juiz desconsiderou. Na etapa final, saiu mais da área, mas continuou inútil em outros setores.

SOBIS não produziu nada de relevante no ataque, mas ajudou a segurar o adversário em seu campo de defesa, evitando uma avalanche.

RANIEL teve pouco tempo e quase ninguém com quem jogar. Não fez diferença.

MANOEL errou uma saída de bola, mas logo controlou a situação. Afora isto, esteve seguro.

MANO manteve a estratégia que deu certo em outros jogos de ida: manter o controle da bola para evitar o bombardeio inicial dos donos da casa. Deu certo durante meia hora. O problema é que o Boca tem jogadores capazes de desferir ataques terríveis quando se aproximam da área adversária. E foi assim que saiu o primeiro gol. Na etapa final, ele adiantou Neves, mandou Barcos se movimentar, criou duas oportunidades de empatar, mas aí veio a lambança do Juiz paraguaio expulsando Dedé. Neste momento, Mano vacilou. Demorou a recompor a bequeira os xeneizes fizerem outro gol.

CRUZEIRO fez o de sempre: reteve a bola, mas não teve ímpeto quando podia contratacar ou quando se aproximava da área adversária tocando a bola. A defesa funcionou bem, mas o ataque, mais uma vez, foi improdutivo. Nem as mudanças táticas do técnico conseguem tirar s atacantes celestes da letargia. No fim das contas, a derrota foi merecida.

BOCA tinha ao menos oito jogadores técnica e fisicamente superiores aos do Cruzeiro e fez valer isto. Demorou a controlar a partida, mas quando fez, tratou de marcar gols, o que é quase impossível para o time celeste. Apesar da ajuda do Juiz na expulsão de Dedé, mereceu a vitória. Quando nada, por ter criado cinco chances de gols contra duas do Cruzeiro. Pérez e Zárate foram os melhores, num time em que ninguém jogou mal.

ÁRBITROS erraram feio. A expulsão de dedo foi uma arbitrariedade sem tamanho. Lance casual, choque de jogo, sem maldade e o idiota da cabine manda o idiota do apito consultar as imagens. Teria sido um absurdo se focasse nisto. mas não, o idiota do apito embora tenha visto que foi um lance casual, expulsou o beque celeste. O Var comprovou, depois de tantas caretices na Copa do Mundo, e mais esta na Libertadores, ser um instrumento inútil, caro e que só faz sentido para burros posarem de “mudernos”.

MelhorDoJogo => DEDÉ [[[35]]] Bastos, Rizzi, Klauss, King, Wallace, Maury, Viana, Diogo, Rezende, Bitencourt, Barros, Zuloobas, Chaves, Jotapê, Anchieta, Wagner, Furletti, Milani, Morato, Marcoalex, Jottar, Magalhães, Avelar, Palmeira, Clodoália, Soalheiro, Rocha, Romarol, Fernandão, Rosan, Monica, França, Moniquete, Patrícia, Dudu —– HENRIQUE [[[2]]] Schrier, Barnabé —– LEO [[[1]]] Síndico —– FÁBIO [[[1]]] Ivana —– PEREZ [[[1]]] Amaral —– BARRIOS [[[1]]] Setelagoas —– ZÁRATE [[[2]]] Luizito, Bohrer.

Boca Juniors 2×0 Cruzeiro: Juiz roubou a cena

Por SÍNDICO | Em 19 de setembro de 2018

CRUZEIRO contra Boca Juniors, neste 19set18qua21h45, Bombonera (49 mil), Buenos Aires, ida das quartas da Libertadores 2018/

CLASSIFICAÇÃO: Cruzeiro foi o 1º de seu grupo (Racing, Vasco, LaU) e passou pelo Flamengo (2×0 e 0x1) nas oitavas; Boca, 2º do seu grupo, passou pelo Libertad (2×0 e 4×2).

CRUZEIRO Fábio – Edílson, Dedé, Leo, Egídio – Henrique, Lucas – Robinho, Neves, Rafinha – Barcos. T: Mano Menezes.

BANCO: Rafael, Manoel, Hermes, Romero, Bruno, Raniel, Sobis.

AUSENTES: Arrascaeta, Mancuello (lesionados), Sassá (poupado), Fred (transição) .

PENDURADO: Neves

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Semana 2 NFL: Empate no Lambeau Field

Por SÍNDICO | Em 18 de setembro de 2018

Bears 24 : 17 Seahawks

Cowboys 20 : 13 Giants

Broncos 20 : 19 Raiders

Jaguars 31 : 20 Patriots

Rams 34 : 0 Cardinals

49ers 30 : 27 Lions

Falcons 31 : 24 Panthers

Bills 20 : 31 Chargers

Packers 29 : 29 Vikings

Saints 21 : 18 Browns

Jets 12 : 20 Dolphins

Steelers 37 : 42 Chiefs

Buccaneers 27 : 21 Eagles

Titans 20 : 17 Texans

Redskins 9 : 21 Colts

Bengals 34 : 23 Raven

Semana 37: Vitória na CB, empate no BR

Por SÍNDICO | Em 18 de setembro de 2018

Notícias do Cruzeiro na SEMANA 37 de 2018, por MAURO FRANÇA

SEGUNDA, 10SET18. TREINO fechado, com participação de Romero e Arrascaeta. /// FRED liberado pra treinar com bola, após  5 meses da cirurgia no joelho. /// VIAGEM pra São Paulo. /// ARISTIDES LOREDO, diretor de gestão de arena, demitido. /// ITAIR tem afastamento pedido por seis sócios, ex-integrantes do Conselho Deliberativo, “por ser réu em processos trabalhistas, penais e cíveis”. /// NOTA OFICIAL do clube contesta a notícia. publicada pelo Globo Esporte. 

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Mano: “Treinamos no 1º tempo, jogamos no 2º”

Por SÍNDICO | Em 18 de setembro de 2018

PITACOS acerca do CRUZEIRO 0-0 ATLÉTICO-MG, Mineirão, Belo Horizonte, 16set18dom16h, 25ª rodada do Brasileiro de 2018?

MANO MENEZES: Saímos mais uma vez fortes pra uma decisão. Já passamos por isso, já fiz essa escolha e ela está se tornando mais fácil, porque a equipe está bem. Não é fácil ter jogos decisivos toda quarta. Hoje, nossa melhor equipe foi esta. Não é conversa fiada. A gente força às vezes dizendo que não tem time reserva e titular, mas é claro que tem. Tivemos algumas dificuldades no 1º tempo. As duas chances que o adversário teve foi quando erramos dois rebotes e cedemos dois contrataques. Num levamos a bola pra dentro, perdemos e levamos o contragolpe. Depois, també. Treinamos no 1º tempo e fomos mais organizados no 2º, quando o time foi mais produtivo e empurrou o adversário, que não teve mais chances.

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